Delícia música, delícia de voz, para momentos atribulados de mudança. Mudança física, mental, estrutural.... Um começar de novo, muito cansado e feliz tentando entender as razões, opiniões, sensações.... enfim que venham as férias, a casa nova e o sempre o admirável mundo novo, sempre de novo, novamente, para que possamos estar sempre inteiros, verdadeiros... na luta, na alucinada busca por nós mesmos.
Dias sem escrever! Pelo menos aqui no blog, mas escrevendo muito na revista. Aliás, nunca escrevi tanto como nas últimas edições. Enfim, ossos do ofício. Pode parecer repetitivo, mas não me canso de reclamar da falta de tempo. A gente sempre quer fazer tanta coisa, mas se esquece que o dia só tem 24 horas. Isso porque durmo apenas cinco e ainda sobram 19 horas. Mesmo assim me sinto em débito com um monte de afazeres, como não conseguir ir à academia todos os dias, não sobrar espaço na agenda para o cinema, não poder dar mais atenção aos amigos, não ler todas as revistas e livros que vão se acumulando em pilhas, não conseguir ouvir todos os últimos CDs lançados e não assistir alguns programas de tevê imperdíveis que acabamos perdendo.
Lembro que quando se é criança, a gente sonha em crescer para ser uma pessoa ocupada. Depois de adulto as ocupações são tantas que o maior desejo e tempo livre. O tempo virou o bem mais precioso da humanidade. Recentemente em uma palestra sobre luxo, em meio a tanto Dior, Dolce & Gabana, Calvin Klein e Marc Jacobs, uma autoridade em requinte e sofisticação afirmou que nada pode ser mais valioso que um dia em casa sem trabalhar e de pijamas assistindo um filme no DVD. Acrescentou ainda ser preciso comemorar muito quando se consegue tempo para se dedicar a nós mesmos, porque trabalhamos tanto em prol do dinheiro para o prazer que ficamos sem tempo para aproveitar o que ganhamos.
São admiráveis as pessoas que não vivem em função do dinheiro. Gente que sabe a importância de uma moeda, da dificuldade de ganhá-la e por isso não se torna escrava de cifrões e sabe muito bem aproveitar e gozar a vida com tempo ou sem tempo. Gente que sabe admirar pequenos prazeres e mesmo que não tenha disponibilidade para inúmeras realizações no dia a dia, aproveita o pouco tempo que às vezes sobra em qualidade e não em quantidade. Já que não possível ver todos os filmes em cartaz, que vejamos apenas aquele que para nós é o melhor deles. Quanto revistas, livros e CDs, vamos empilhando e tentando ler e ouvir nos pequenos intervalos da vida corrida, quando conseguimos enganar o tempo.
Não tem sensação melhor do que a vida em dia. Após muitos afazeres, obrigações, comemorações e decisões a tomar, voltar a respirar aliviado não tem preço. Ainda mais nesses dias maravilhosos de final de inverno, sentir o sol no rosto, depois de tanto frio, é um prazer sem igual. Melhor ainda é ter disposição para acordar e se jogar nas atividades físicas, atitude que com a temperatura em queda nem sempre é fácil.
Como a gente se cobra pelas coisas que nem sempre conseguimos fazer? Como ver todos os filmes que nos agrada. Ler todas as revistas que nos interessa. Ouvir todos lançamentos musicais. Ir a shows, ao teatro, se reunir com os amigos. É o velho dilema da falta de tempo e a tortura por não conseguirmos fazê-lo transcorrer de acordo com nossas vontades e necessidades. Quanta pretensão!
Melhor é então é fazer o que dá. O que se coloca como essencial e oportuno naquele momento e ir rolando o restante. Conseguir ver um bom filme já é uma vitória. Almoçar com os amigos em casa durante uma tarde e ficar tomando caipirinha e jogando conversa fora é outra conquista. Se conseguir correr durante dois dias seguidos então, é endorfina pura e leveza para começar novamente a semana de trabalho.
Outros afazeres que ficaram fora, por ainda faltar tempo, a gente guardar para os próximos dias, como ler a pilha das últimas edições de suas revistas preferidas, ou o encontro com aquele amigo para a sessão desabafo existencial. Para não mergulharmos em neuroses o melhor é fazer o que dá, no tempo que dá e na medida do possível. Assim a gente vai tentando dar conta de tudo um pouco.
PS: Ao som de Feriado Pessoal, de Bruna Caram, uma delícia de cd que a gente não quer mais parar de ouvir.
São sorrisos largos Lagos repletos de azul Os corações atentos Ventos do sul São visões abertas Certas despertas pra luz A emoção alerta Que nos conduz
Sonhos aventuras Juras promessas Dessas que um dia acontecerão Você me daria a mão? Todos estes versos soltos dispersos No meu novo universo serão Palavras do coração
Os artifícios Vícios deixando de ser Os velhos compromissos Pra esquecer São pontos de vista Uma conquista comum O mesmo pé na estrada De cada um
Sonhos aventuras Juras promessas Dessas que um dia acontecerão Você me daria a mão? Todos estes versos soltos dispersos No meu novo universo serão Palavras do coração.
Tem gente que nasce com espírito festeiro. É sempre um grande prazer organizar uma festa. Muitas vezes, o preparar do evento chega até ser mais gratificante que o acontecimento em si. São dias planejando o que fazer, o que servir, a escolha do local, quem chamar e ficar na expectativa e na ansiedade para que tudo dê certo. Afinal é reunir dezenas de pessoas diferentes que o ponto em comum, muitas vezes, é o apenas o anfitrião. Aí reside a grande satisfação: juntar pessoas, que algumas vezes nem se conhecem, e vê-las interagindo. Oportunidade para conhecimentos, para começar nascer grandes e novas amizades, a partir daquele encontro que você proporcionou.
Ta certo que planejar uma festa não é tarefa das mais fáceis. Bebidas que agradem a todos, comida saborosa e som para gostos variados. Os convidados precisam ficar à vontade e as conversas mais leves, pois em festa é a diversão que deve prevalecer. É um momento de relaxar, extravasar e passar horas curtindo com gente legal a chance de se livrar do corre-corre do dia-a-dia. Aliviar as tensões, soltar os bichos e cair na gandaia. Nada de estresse, de papo 'super cabeça' e muita receptividade para interagir com as pessoas. A preocupação com o excesso de barulho não deve ser esquecida, pois em momento de relax ninguém quer reclamação dos vizinhos.
Festas de aniversário são das mais agradáveis. É celebração pura de pessoas que se gostam e com as quais fazemos questão de dividir mais um ano, comemorar as realizações e compartilhar o peso da idade. Por incrível que pareça existem pessoas que não gostam de tal comemoração e preferem se refugiar. Outras já preferem um grande evento e faz questão do abraço caloroso dos amigos, de toda farra que o momento proporciona e ao mesmo tempo aproveita para fazer um balanço da vida, reencontrar gente distante e recarregar as baterias para mais um ano. Tudo isso mesmo sabendo que no dia seguinte a trabalheira vai ser pesada para colocar a casa novamente em ordem.
É muito angustiante a expectativa em relação a algo que queremos muito. Não se consegue dormir direito. Fica o tempo todo pensando naquilo e a angústia conduz a altos picos de ansiedade. Esperar nunca é uma coisa agradável. Ainda mais quando não se consegue ter a paciência de um dalai-lama que segue aquela política de que tudo tem o momento certo e aguardar é o exercício para o merecimento. Quando se espera parece que as horas não passam. Que as situações não se desenrolam e que mil obstáculos vão surgir para adiar ainda mais aquele sonho. Seria muito mais fácil sempre depender única e exclusivamente da gente. Mas não é assim que funciona e muitas vezes o melhor a fazer é dar uma resignada e, como pegam os orientais, nos preparar para o que estar por vir, para o que o universo nos reserva.
Enquanto isso não se pode parar, senão as horas serão mais lentas e o compasso de espera ainda mais demorado. O melhor é vislumbrar o futuro de forma positiva mentalizando que tudo dará certo porque merecemos que dê. Porque corremos atrás e que a espera faz parte para tornar mais saborosa a conquista. Contudo, para que um desejo se realize o mais indicado é manter o pensamento centrado naquilo que queremos, por mais que tenhamos que fingir que não estamos nem aí para que se realize mais depressa. O mais saudável é fazer planos. Se projetar na realização e não tratar a questão como extraordinária. É conduzir o desfecho como mais uma ação do cotidiano que, por mais importante que seja, se realizará quando chegar à hora, porque ninguém é senhor do tempo e quanto mais difícil, mais saborosa a realização.
O melhor remédio para a espera é ignorá-la. É deixar a vida rolar. É jogar o desejo para o universo. Fazer a nossa parte e esperar o retorno. Fácil não é, mas a vida segue e fica muito melhor e mais leve à medida que diminuímos as expectativas. Isso, entretanto, não significa ignorar. Apenas uma estratégia para enganar o tempo e fazê-lo passar mais rápido. Muitas vezes não devemos prestar muita atenção nas coisas, senão elas não acontecem. O segredo da realização é estar distraído, caso contrário, como já escreveu Clarice Lispector, “o telefone não toca, a carta não chega” e o deserto da espera nos corrói até não poder mais. Até ficarmos tão ansiosos a ponto de colocar a perder. É tempo ao tempo. Domando a ansiedade e esperando o desejo se concretizar. É correr atrás e o que tiver que ser será.
Para uma vida corrida e sempre movimentada, com inúmeros afazeres nos finais de semana, nada como um sábado e domingo de chuva e frio para se recolher. Só mesmo a chuva para fazer a gente parar em casa e ficar simplesmente sem fazer nada, se é que isso é possível, porque até quando não se faz nada, sempre há alguma coisa para fazer. Como, por exemplo, ver um filme na tevê paga para fazer valer o preço da mensalidade, já que nunca temos tempo de parar em frente à televisão porque a rua nos chama. Ou ainda ler aquela pilha de revistas que assinamos e normalmente não encontramos tempos nem de folhear. Até se arriscar na cozinha e preparar uma mousse de chocolate ou ficar no MSN colocando em dia o papo com os amigos distantes, ou ainda dormir até dizer chega, como não fazíamos há séculos.
Porque será que a gente tem tanta culpa de não fazer nada? Fazer nada soa quase como uma agressão nesse mundo de mil compromissos, como trabalhar, ir à academia, sair pra beber com os amigos, assistir todos os filmes em cartaz, as exposições, shows, retornar ligações, cuidar da casa, do bichinho de estimação, ir ao supermercado, à lavandeira, à costureira, marcar presença em aniversários... ufa. Isso sem contar as baladas do final de semana que nos consome tempo, energia, dinheiro e nos deixa sempre mais cansados. Quem às vezes não pensa em se multiplicar em dez para dar conta de tudo que precisaria executar? Aí chega uma frente fria e uma chuva daquelas que não passa nem com reza forte e te obriga a ficar em casa, fazendo ver que é muito bom dar uma desacelerada.
Melhor que ficar sem fazer nada é entrar em contato com nós mesmos, como não fazíamos há tempos por falta de tempo na movimentada agenda. Ficar quietinho deitado na cama ou no sofá, olhando pro teto e pensando nas últimas burradas que fizemos, reconhecendo que precisamos pegar leve porque o corpo já não aguenta mais ser tão mal usado. Ouvir nossos passos pela casa e acima de tudo a voz do pensamento dizendo que precisamos usar o tempo de maneira mais útil. É muito bom descansar. Ficar em casa o dia inteiro de moletom e sem culpa e o máximo de exercício a ser feito é ir do quarto pra sala, da televisão pro computador, da geladeira pro fogão ou nem isso. Pedir tudo pelo delivery e ficar esperando a entrega na porta, enquanto olhamos a chuva caindo e nos agasalhamos ainda mais nos protegendo do frio providencial que veio para trazer um pouco de sossego.
Isso! Que acontece com a gente Acontece sempre Com qualquer casal Isso! Ataca de repente Não respeita cor Credo ou classe social Isso! Isso!...
Parecia que não ia Acontecer com a gente Nosso amor era tão firme Forte e diferente...
Não vá dizer Que eu não avisei você Olha o que vai fazer Não vá dizer..
Não adianta mesmo reclamar Acreditar que basta Apenas se deixar levar Isso! Que atrapalha nossos planos Derrubou o muro Invadiu nosso quintal Isso! Passam-se os anos Sempre foi assim E será sempre igual Isso! Isso!...
Parecia que não ia Acontecer com a gente Nosso amor era tão firme Forte e diferente...
Não vá dizer Que eu não avisei você Olha o que vai fazer Não vá dizer...
Com os filmes nacionais cada vez mais com elenco, cortes, enquadramentos e ritmo de novela da Globo, eis que surge uma minissérie da Globo com cara de cinema. Som e Fúria é daquelas atrações que vez ou outra aparece e faz a gente acreditar que existe vida inteligente na televisão. Dirigida por Fernando Meireles (de Cidade de Deus e Ensaio Sobre a Cegueira), o programa tem um elenco que foge das figurinhas carimbadas e os mais conhecidos são talentosos e é um prazer vê-los representar. A história é envolvente e disseca as relações humanas gravitando em torno de amor, ódio, inveja, cobiça, competição e ciúmes. Temas presentes no universo de Shakespeare, já que a trama se passa nos bastidores de um grupo de teatro numa montagem de ‘Sonhos de Uma Noite de Verão’ e ‘Hamlet, obras do dramaturgo inglês.
A série é uma adaptação de um texto canadense de sucesso e na versão brasileira se passa em São Paulo. Som e Fúria resgata a carreira de Felipe Camargo, que como um diretor de teatro em crise existencial prova que merece uma segunda chance na carreira destruída pelos escândalos pessoais. Tem ainda Andréa Beltrão, longe da caricata Marilda de A Grande Família, e jovens talentos como Daniel de Oliveira e Maria Flor, além de outros ótimos atores desconhecidos do público da televisão, como Antônio Fragoso que faz uma sátira escancarada de Gerald Thomas, como o afetado diretor teatral Oswald Tomas. No mais é humor garantido com Regina Case, Pedro Paulo Rangel e Dan Stulbach. Além do jovem revelação Juliano Cazarré, como o motoboy gato e sem noção. Deve aparecer ainda Rodrigo Santoro e Débora Falabella.
Como toda atração inovadora, Som e Fúria não é um programa para a grande massa da televisão. Tanto que os primeiros índices de audiência aponta uma queda no horário em relação aos outros programas exibidos no horário como ‘Toma Lá da Cá’. Mas audiência à parte, que bom ter a chance de assistir na tevê um programa com qualidade e linguagem de cinema. Sem falar a oportunidade de poder levar Shakespeare numa vitrine para milhões de espectadores, que algumas horas antes tem como atração uma novela que mostra uma Índia carnavalesca, cheia de clichês e bons atores mau aproveitados. A nova série tem drama, romance e comédia em doses exatas e outros méritos como o ritmo acelerado, a música, a fotografia, que revela uma São Paulo poética, e o Teatro Municipal paulista, cenário onde desenrola a trama.
Socorro! Não estou sentindo nada Nem medo, nem calor, nem fogo Não vai dar mais pra chorar Nem pra rir…
Socorro! Alguma alma mesmo que penada Me empreste suas penas Já não sinto amor, nem dor Já não sinto nada…
Socorro! Alguém me dê um coração Que esse já não bate nem apanha Por favor! Uma emoção pequena, qualquer coisa! Qualquer coisa que se sinta… Tem tantos sentimentos Deve ter algum que sirva Qualquer coisa que se sinta Tem tantos sentimentos Deve ter algum que sirva…
Socorro! Alguma rua que me dê sentido Em qualquer cruzamento Acostamento, encruzilhada Socorro! Eu já não sinto nada…
Socorro! Não estou sentindo nada, nada Nem medo, nem calor, nem fogo Nem vontade de chorar Nem de rir…
Socorro! Alguma alma mesmo que penada Me empreste suas penas Eu Já não sinto amor, nem dor Já não sinto nada…
Socorro! Alguém me dê um coração Que esse já não bate Nem apanha Por favor! Uma emoção pequena qualquer coisa! Qualquer coisa que se sinta… Tem tantos sentimentos Deve ter algum que sirva Qualquer coisa que se sinta Tem tantos sentimentos Deve ter algum que sirva…
Depois de protagonizar dois dos melhores filmes do ano passado – O Leitor e Foi Apenas Um Sonho –, de faturar o Oscar de melhor atriz e dizer que não aparecerá mais nua no cinema, Kate Winslet se joga em Nova York para a Harper's Bazaar. Cenário perfeito para uma atriz enigmática, de beleza não óbvia e talento acima de qualquer suspeita. Impossível não ficar hipnotizado com essa jovem dama inglesa.
Que música! É do primeiro disco da Cassía Eller, porque naquela época ainda nem era cd. O tempo passa, mas algumas canções vão tocar pra sempre e de tempos em tempos elas vão ecoar forte no ouvido e na vida. Esta canção é daquelas que fere e revela a indecisão de uma época, de não saber o que se quer. De ser ou não ser... De querer ou não querer... eis a questão!
A cabeça ainda roda. O estômago não aceita nada. Na boca aquela secura que nem toda água do mundo será capaz de saciar e a única vontade que se tem é de ficar no escuro encolhido. Dormir, dormir e dormir, até passar aquela sensação estranha que não deixa a gente ficar em pé direito e parece que vamos nos desfazer. Na mente sempre alguma culpa e a promessa de que nunca mais tal situação vai ser repetir. No bolso mais um buraco no orçamento e aquela pergunta que não quer se calar: Por que a gente é assim? Sem limites, sem noção do perigo e tão entusiasmado pela vida a ponto de achar que a diversão nunca tem fim.
Maldita ressaca! Deveríamos lembrar dela toda vez que começamos beber. Mas a gente não pensa no amanhã quando se diverte com os amigos e curte cada gole da cerveja bem gelada, cada dose de whisk e cada gota daquela maravilhosa caipirinha. Sem falar outros aditivos. Mas vivendo e aprendendo e quem sabe um dia conseguimos algum controle sobre nossas mentes e sejamos mais sensatos e ponderados, sabendo a hora de parar com aquilo que no dia seguinte vai ter nos feito mal, física e mentalmente. Ok! Tudo bem! Depois de uns três dias tudo terá passado, tudo será passado e sentindo-se melhor vamos esquecendo de mais uma rebordosa.
A série da Globo chegou ao fim e se não foi lá um grande sucesso de público e crítica, "Tudo Novo de Novo", serviu para trazer de volta o som do talentoso Paulinho Moska que ultimamente andava meio sumido da mídia. A canção caiu como uma luva para a atração protagonizada por Julia Lemmertz e Marco Ricca, e se não agradou ao grande público, pelo menos conquistou a galera na faixa dos 40 anos que com certeza, como eles, já passou por uma série de relações e separações, sobrevivendo a todas e sempre tentando e começando tudo novo de novo. Valeu ver os encontros e desencontros de Clara e Miguel e todas as situações e dramas vividas por eles nas relações com a família, o trabalho e situações do cotidiano que quem entra e sai de um caso amoroso sempre passa. O grande pecado foi o final piegas da obrigação da 'família feliz' no the end. Assim sendo prefiro a música do Moska.